la couleur de gomme!

Bem-Vindos ao meu blog, onde você é livre para ser quem você quiser, seja pois então uma parte da Arte


sábado, 27 de agosto de 2011

Avril Lavigne - Alice

Alice Avril Lavigne

Tripping out
Spinning around
I'm underground
I fall down
Yeah I fall down

I'm freaking out
Where am I now?
Upside down
And I can't stop it now
It can't stop me now

I'll get by
I'll survive
When the world's crashing down
When I finally hit the ground
I will turn myself around
Don't you try to stop me
I won't cry

I found myself in wonderland
Get back on my feet again
Is this real? Is this pretend?
I'll take a stand until the end

I'll get by
I'll survive
When the world's crashing down
When I finally hit the ground
I will turn myself around
Don't you try to stop me
I won't cry

I'll get by
I'll survive
When the world's crashing down
When I finally hit the ground
I will turn myself around
Don't you try to stop me
I won't cry

Alice Avril Lavigne - tradução

Assustada
Andando em círculos
Estou debaixo da terra
Eu caio
Sim, eu caio

Estou enlouquecendo
Onde eu estou agora?
De cabeça pra baixo
Não posso parar isso agora
Isso não pode me parar agora

Eu vou vencer
Vou sobreviver
Quando o mundo estiver se partindo
Quando eu finalmente atingir o chão
Eu irei me virar
Não tente me parar
Não vou chorar

Eu estou no país das maravilhas
De pé novamente
Isso é real? É fingimento?
Vou me defender até o fim

Eu vou vencer
Vou sobreviver
Quando o mundo estiver se partindo
Quando eu finalmente atingir o chão
Eu irei me virar
Não tente me parar
Não vou chorar

Eu vou vencer
Vou sobreviver
Quando o mundo estiver se partindo
Quando eu finalmente atingir o chão
Eu irei me virar
Não tente me parar
Não vou chorar


http://www.vagalume.com.br/avril-lavigne/alice-traducao.html#ixzz1WHY41YTv

Alice no País das Maravilhas Trailer Legendado HD

sábado, 23 de abril de 2011

ok....esta é minha auto biografia na voz da AMY!!!

minha autobiografia na Voz de Amy Winehouse!!!rsrsrsrsrs

http://www.youtube.com/watch?v=CHRpQfioNaQ

Glorian day

"Eu te disse que eu era encrenca
Você sabe que eu não presto"


(You Know I'm No Good
Amy Winehouse
Composição : Amy Winehouse)

stick sweet....end Maddox



Poeta Royalistick


Como uma estrela que só brilha quando quer
Promete estrela vais sorrir se eu não estiver,
Sempre por perto, que é certo nem tudo dura
Mas uma estrela brilhante brilha em qualquer noite escura

Se consegues ver o brilho que te traz a melodia
Vês o suspiro no esforço que o meu rosto evidência
Que não desiste, porque não é por receber ou dar,
É reconhecer a estrela que o mundo não vê brilhar
E o sacrifício fez-me ditar más sentenças,
Que só queria que tu visses que vales mais do que tu pensas
Eu não quero que brilhes no coração de porta fechada
Só porque as estrelas do céu a mim já não me dizem nada
Tu és a estrela que eu mais gosto de ver brilhar
Eu confesso que admiro o teu brilho ao te valorizar
Eu só quero que brilhes
Eu só quero que fiques, feliz sem que tu retribuas ou justifiques
Saibas que quem te ajuda, conforta e se preocupa
Não quer nada em troca ou colocar-te em posição de culpa
Não deves nada e não posso ser mais sincero
Quando digo que um sorriso no teu rosto é tudo o que quero
E a promessa que sorrirás toda a vida
Mesmo que o tempo me leve um momento de despedida
Como uma estrela que mesmo depois de extinta
Ainda brilha no céu negro de uma noite limpa
Nos ilumina quando o escuro nos mete medo
Que nos fascina por saber que ali vive um segredo
E quando o sol se põe tudo parece mais fácil
No escuro o teu brilho faz-te parecer menos frágil
Por isso brilha, brilha como nunca agora
Não tenhas medo de puder brilhar pela noite fora
Que se isto não faz sentido também não faz o que tu dizes
Que tu gostas das estrelas e elas nem sabem que existes

Moda minha Moda Minha

tah bom....é um pijama lindo se seda, usei na faculdade com meu chapéu preto que não esqueço naqueles dias preguiçosos e tem que arrumar o cabelo! é um arraso, nunca sai de moda!!! e a Vogue está aí para provar!!!!
Alias este desfile da IODICE esta maravilhoso e artisticamente lindo, e claro o chepeu de feltro...forever!!!! é isso aí, pelo menos alguem que entende!!!! Prabéns IODICE, maravilhoso!!
- veja as fotos da IODICE neste site da Vogue: http://vogue.globo.com/desfiles/iodice-sao-paulo-inverno-2011/



minha amiga Diva e maravilhosa Rita Bet! te amo meu amor!

underground na casa da vovó!

Sabe a moda dos "Fuxicos" pois é....não existe nada mais tão underground e artesanal para usar nas almofadas da casa da vovó, minha avó é muito Underground! sua casa acolhe o rádio de vinil e outras coisitas mais....vovó vc esta sempre na moda!!!! te amo minha Diva!



- Esta foto é da minha almofada da minha casa!!!!!

Aula de Arte no Museu

Sou um professor de Arte que não fico feliz em me trancar na sala de aula e prender meus alunos naquele mundinho que muitos professores preguiçosos gostam de ficar! Bom, nada como um Museu para uma aula de teoria divertida!!!!




Viu só...serão grandes pensadores esses meus pinpolhos!!!!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

A OPÇÃO POR GRANDES REFORMAS

A crise política se arrastava desde a renúncia de Jânio Quadros em 1961. O vice de Jânio era João Goulart, que assumiu a presidência num clima político adverso. O governo de João Goulart (1961-1964) foi marcado pela abertura às organizações sociais. Estudantes, organização populares e trabalhadores ganharam espaço, causando a preocupação das classes conservadoras como, por exemplo, os empresários, banqueiros, Igreja Católica, militares e classe média. Todos temiam uma guinada do Brasil para o lado socialista. Vale lembrar, que neste período, o mundo vivia o auge da Guerra Fria.
Este estilo populista e de esquerda, chegou a gerar até mesmo preocupação nos EUA, que junto com as classes conservadoras brasileiras, temiam um golpe comunista.
Os partidos de oposição, como a União Democrática Nacional (UDN) e o Partido Social Democrático (PSD), acusavam Jango de estar planejando um golpe de esquerda e de ser o responsável pela carestia e pelo desabastecimento que o Brasil enfrentava.
No dia 13 de março de 1964, João Goulart realiza um grande comício na Central do Brasil ( Rio de Janeiro ), onde defende as Reformas de Base. Neste plano, Jango prometia mudanças radicais na estrutura agrária, econômica e educacional do país. O clima de crise política e as tensões sociais aumentavam a cada dia. No dia 31 de março de 1964, tropas de Minas Gerais e São Paulo saem às ruas. Para evitar uma guerra civil, Jango deixa o país refugiando-se no Uruguai. Os militares tomam o poder. Em 9 de abril, é decretado o Ato Institucional Número 1 ( AI-1 ). Este, cassa mandatos políticos de opositores ao regime militar e tira a estabilidade de funcionários públicos.
As reformas da educação no Brasil são motivos para grandes polêmicas que envolve projetos de cunho pessoal, ou seja, somente para manipulação do povo e alienação da sociedade. Se não fossem por tais motivos eram apenas para melhorar o que estava ruim, mas nada de mudanças radicais que comprometesse com o governo militar. Alguma coisa acontecia na educação brasileira. Pensava-se em erradicar definitivamente o analfabetismo através de um programa nacional, levando-se em conta as diferenças sociais, econômicas e culturais de cada região. O principal aliado do Brasil era os EUA, pois queriam impedir a expansão do socialismo. No intuito de oferecer uma educação igualitária como direito de todos foi proposto pelo então Ministro da Educação Clemente Mariani o Projeto de Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, que resultou, após longo processo de tramitação, na primeira Lei de Diretrizes e Bases nº 4.024/61, sancionada em 20 de dezembro de 1961. Esta foi modificada por emendas e artigos, sendo reformada pelas leis 5.540/68, 5.692/71 e posteriormente, substituída pela LDB 9.394/96.
Em linhas gerais, a responsabilidade pela formação e sistematização do conhecimento, dá-se no âmbito educacional, sendo subordinado às delimitações do poder público, conforme prevê a constituição nacional. Neste sentido, cada redação jurídica referente à LDB atendeu a esta concepção, desse modo se estabeleceu a reestruturação e “renormatização” do sistema educacional ao longo do tempo.
A criação da Universidade de Brasília, em 1961, permitiu vislumbrar uma nova proposta universitária, com o planejamento, inclusive, do fim do exame vestibular, valendo, para o ingresso na Universidade, o rendimento do aluno durante o curso de 2° grau. (ex-Colegial e atual Ensino Médio)
O período anterior, de 1946 ao princípio do ano de 1964, talvez tenha sido o mais fértil da história da educação brasileira. Neste período atuaram educadores que deixaram seus nomes na história da educação por suas realizações. Neste período atuaram educadores do porte de Anísio Teixeira, Fernando de Azevedo, Lourenço Filho, Carneiro Leão, Armando Hildebrand, Pachoal Leme, Paulo Freire, Lauro de Oliveira Lima, Durmeval Trigueiro, entre outros. Depois do golpe militar de 1964 muito educadores passaram a ser perseguidos em função de posicionamentos ideológicos. Muito foram calados para sempre, alguns outros se exilaram, outros se recolheram a vida privada e outros, demitidos, trocaram de função.
O Regime Militar espelhou na educação o caráter anti-democrático de sua proposta ideológica de governo: professores foram presos e demitidos; universidades foram invadidas; estudantes foram presos, feridos, nos confronto com a polícia, e alguns foram mortos; os estudantes foram calados e a União Nacional dos Estudantes proibida de funcionar; o Decreto-Lei 477 calou a boca de alunos e professores; o Ministro da Justiça declarou que "estudantes tem que estudar" e "não podem fazer baderna". Esta era a prática do Regime.
Neste período deu-se a grande expansão das universidades no Brasil. E, para acabar com os "excedentes" (aqueles que tiravam notas suficientes para serem aprovados, mas não conseguiam vaga para estudar), foi criado o vestibular classificatório.
Para erradicar o analfabetismo foi criado o Movimento Brasileiro de Alfabetização - MOBRAL. Aproveitando-se, em sua didática, no expurgado Método Paulo Freire, o MOBRAL propunha erradicar o analfabetismo no Brasil... não conseguiu. E entre denúncias de corrupção... foi extinto. É no período mais cruel da ditadura militar, onde qualquer expressão popular contrária aos interesses do governo era abafada, muitas vezes pela violência física, que é instituída a Lei 5.692, a Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, em 1971. A característica mais marcante desta Lei era tentar dar a formação educacional um cunho profissionalizante. Dentro do espírito dos "slogans" propostos pelo governo, como "Brasil grande", "ame-o ou deixe-o", "milagre econômico", etc., planejava-se fazer com que a educação contribuísse, de forma decisiva, para o aumento da produção brasileira.
A ditadura militar se desfez por si só. Tamanha era a pressão popular, de vários setores da sociedade, que o processo de abertura política tornou-se inevitável. Mesmo assim, os militares deixaram o governo através de uma eleição indireta, mesmo que concorressem somente dois civis (Paulo Maluf e Tancredo Neves). A Lei 9.934/96 aprovada para servir de Diretrizes e Bases da Educação Nacional, apesar de propor inovações, não gerou efetivo acesso a uma educação de qualidade a uma expressiva parcela da população que fica excluída também de outros processos sociais. Permanecem inconclusos os temas relacionados à: busca pela melhoria da qualidade Educacional, formação e aperfeiçoamento dos docentes, autonomia universitária e universalização do ensino fundamental Ao longo do tempo as necessidades da educação nacional foram se modificando, porém o processo de ajustes sofrido pela LDB não acompanhou essa transformação, imputando assim, algumas deficiências e ambigüidades na redação legislativa de cada reforma. Deste modo, a prática da Lei deve ser considerada uma das prioridades da educação, tendo em vista que o progresso do sistema educacional acontece a partir dos aperfeiçoamentos que são introduzidos ao longo do processo de transformação, acompanhando a realidade da educação.
Nos últimos anos do governo militar, o Brasil apresenta vários problemas. A inflação é alta e a recessão também. Enquanto isso a oposição ganha terreno com o surgimento de novos partidos e com o fortalecimento dos sindicatos.
Em 1984, políticos de oposição, artistas, jogadores de futebol e milhões de brasileiros participam do movimento das Diretas Já. O movimento era favorável à aprovação da Emenda Dante de Oliveira que garantiria eleições diretas para presidente naquele ano. Para a decepção do povo, a emenda não foi aprovada pela Câmara dos Deputados.
No dia 15 de janeiro de 1985, o Colégio Eleitoral escolheria o deputado Tancredo Neves, que concorreu com Paulo Maluf, como novo presidente da República. Ele fazia parte da Aliança Democrática – o grupo de oposição formado pelo PMDB e pela Frente Liberal.
Era o fim do regime militar. Porém Tancredo Neves fica doente antes de assumir e acaba falecendo. Assume o vice-presidente José Sarney. Em 1988 é aprovada uma nova constituição para o Brasil. A Constituição de 1988 apagou os rastros da ditadura militar e estabeleceu princípios democráticos no país.


by maddox

segunda-feira, 16 de agosto de 2010

o professor de arte na educação

O PROFESSOR DE ARTE

O professor é elo entre o saber e o aluno dentro do recinto escolar, é ele quem tem o trabalho de levar o conhecimento ao discente de uma forma simples, que ele entenda e aplique no seu dia-a-dia, na sua vida, mas o que questionaremos é o ensinar Arte na escola, uma disciplina que ainda sofre com a exclusão por parte de muitas entidades, que não é valorizada e faz com que o professor caia no desanimo total. A educação em arte ganha crescente importância quando se pensa na formação necessária para uma adequada inserção social, cultural e profissional do jovem contemporâneo. Ela imprime sua marca ao demandar um sujeito da aprendizagem criador, propositor, reflexivo e inovador. Se hoje o aluno deve ser formado para enfrentar situações incertas e para resistir às imposições de velocidade e de fragmentação que caracterizam a contemporaneidade, a arte pode colaborar e muito.
O professor necessita conhecer as tendências que influenciaram o ensino e a aprendizagem da arte ao longo da história, para poder entender a situação da arte-educação no contexto atual e refletir sobre sua atuação pedagógica com o objetivo de otimizá-la, e é dominando esses conhecimentos históricos relacionados com a arte-educação, que é de fundamental importância como subsídio para uma ação transformadora no ensino e na aprendizagem da arte na atualidade.
O professor precisa conhecer e aceitar os desafios para propiciar ao aluno as competências que cabem a arte propor ao ser humano, o aluno deve conhecer as diferentes formas de expressão artística, a expressão, a linguagem, a comunicação, a compreensão do mundo a sua volta que é rodeado de imagens significativas.
Cada linguagem na arte tem suas competências, a música tem sua próprias definições e virtudes como a interpretação e comunicação que desenvolvem no aluno, a criação, experimentação, percepção sonora e musical, as outras culturas musicais e estilos inseridos no nosso mundo.
Na construção da identidade artística das crianças e dos jovens que freqüentam as escolas, os professores têm um papel significativo. Sua colaboração é ainda
maior quando sabem respeitar os modos de aprendizagem e dedicar o tempo necessário a fornecer orientações e conteúdos adequados para a formação em arte, que inclui tanto saberes universais como aqueles que se relacionam ao cotidiano do aluno. É o professor quem promove o fazer artístico, a leitura dos objetos estéticos e a reflexão sobre a arte, de modo que o aluno possa se desenvolver como um sujeito governado por si próprio ao mesmo tempo em
que interage com os símbolos da cultura. Além de debater os conteúdos específicos da área, o professor deve estar atento para o temperamento de cada aluno, observando suas ações e individualidade. Ou seja, na formação em arte o plano da subjetividade dialoga permanentemente com as informações e orientações oferecidas pelo professor.
O ensino da arte deve estar em consonância com a contemporaneidade. A sala de aula deve ser um espelho do atelier do artista ou do laboratório do cientista. Neles são desenvolvidas pesquisas, técnicas são criadas e recriadas, e o processo criador toma forma de maneira viva, dinâmica. A pesquisa e a construção do conhecimento é um valor tanto para o educador quanto para o educando, rompendo com a relação sujeito/objeto do ensino tradicional. Este processo poderá ser desafiador. Delimite-se o ponto de partida e o ponto de chegada será resultante da experimentação. Dessa forma, o ensino da arte estará intimamente ligado ao interesse de quem aprende.
As artes visuais já trazem a fruição-contemplação, a produção-criação, a reflexão-interpretação que são vitais atualmente com esta produção em massa de imagens subliminares que exigem olhos e ouvidos aguçados de nossos discentes.
A dança desenvolve no discente a compreensão como forma de arte, as experiências de interpretação, tempo e espaço, o corpo como suporte da musica, a composição coreográfica, assim como o teatro que explora as capacidades de improviso e dramatização.
O professor de arte tem que dar estas orientações e provocar seus discentes, ele tem que se adaptar ao espaço e captar a mente e a época vivida dos alunos para poder usufruir e contemplar a criatividade provocada no discente. Quando pensamos em Arte pensamos em algo que, na verdade, não conseguimos definir bem. Temos indicações imprecisas, exemplos duvidosos e um gostar pessoal, uma espécie de identificação, que influencia nossos conceitos e os juízos de valor que expressamos acerca das “coisas artísticas” e do repertório cultural construído pelo homem desde os primórdios de sua existência.
A metodologia proposta pelos PCN’s para o ensino de Arte propõe uma análise do objeto ou do ato artístico dentro de uma visão triangular que aborda não apenas o objeto ou ato em si, mas que necessariamente exige a compreensão do contexto histórico em que o referido objeto ou ato foi produzido. Isto significa analisar os objetos ou atos artísticos a partir do contexto de quem os produziu. A terceira ponta desse triângulo é o fazer artístico. As experiências artísticas significativas que o educando vivencia na sua vida escolar. Acrescentamos o adjetivo “significativas” a essas experiências para ressaltar a importância que elas desempenham na futura relação que o homem adulto, hoje criança em idade escolar, terá com a arte na sua vida.
É comum não gostarmos daquilo que não conhecemos. As aulas de arte desenvolvidas na maioria de nossas escolas não conseguem despertar o interesse do aluno pelo conteúdo ou atividade proposta, como também, não esclarece o real sentido da arte em nossas vidas.
É comum também a visão do ensino de arte como passatempo, momento para relaxar e não fazer nada, aula para desestressar, ou por outro lado, a execução de kits de atividades (desenhos mimeografados ou fotocopiados para serem coloridos, etc.), que em nada contribuem para a formação do educando. Essas atividades soltas, descontextualizadas de sentido histórico, sem embasamento técnico, não são capazes de despertar motivação em quem as pratica. Em geral quando são desenvolvidas em sala de aula é comum tomarem dois sentidos: se o professor for muito rígido em sua relação com os alunos, provavelmente, estes se mantenham apáticos e o resultado da atividade será frustrante; por outro lado, caso o professor mantenha uma relação que valoriza a autonomia dos alunos corre o risco, durante a atividade, de perder o controle sobre seu direcionamento. No final, plasticamente, o resultado é melhor visto porque é fruto de um ato de autonomia dos alunos, mas não deixa de ser frustrante. Sabemos que, para ministrar uma boa aula, é necessário que o professor esteja seguro em relação ao conteúdo a ser tratado, isto é, que conheça o assunto de modo a conduzir discussões produtivas e orientar processos de descoberta por parte dos alunos. Entre sentir-se seguro e ser capaz de esgotar o assunto, no entanto, há uma longa distância. Quando se trata de arte, então, isso se torna quase impossível.
A condução da discussão sobre o objeto (conteúdo, idéia, fato, ação), permitindo a interpretação pessoal dos alunos, a soma das experiências trazidas por eles, os debates da classe sobre a atitude de um e outro, oferecem sempre novas possibilidades que podem ser úteis para a compreensão mais aprofundada do objeto. E é exatamente aí que reside o prazer de ensinar!
O fazer artístico significativo representa um encontro consigo mesmo. É o momento onde o aluno expressa seus desejos, anseios e posturas diante das coisas do mundo que o rodeia. Esse fazer é técnico pois é o conhecimento técnico que permitirá uma maior qualidade dos trabalhos produzidos, mas, traz em si uma forte carga lúdica, onde a capacidade de recriar o mundo é infinita. O conhecimento técnico, o uso das diversas técnicas de forma correta permite a quem desenvolve um trabalho em Arte uma capacidade infinita de possibilidades diante das coisas e do mundo que o rodeia.
O poder de se expressar é inerente ao ser humano. Desde crianças aprendemos os símbolos, os signos, os ícones. Aprendemos a ler os sinais, a compreender os elementos que permitem nossa inserção no universo cultural da civilização. Mesmo que de forma não intencional estamos continuamente acrescentado novos elementos ao nosso repertório de “coisas”. Muitas dessas “coisas” (símbolos, frases, formas diversas, texturas, temperatura, paisagens, ídolos, etc.) foram assimiladas, coexistem no repertório cultural do individuo, alicerçam o caráter e a formação da personalidade e, mesmo assim, não conseguem ser expressas, transmitidas a outros através dos recursos artísticos existentes. o professor é responsável por criar liames entre todas as fontes, estabelecendo um terreno de sustentação para o desenvolvimento das capacidades globais do aluno: ele é o responsável por auxiliar nos processos de significação dos conteúdos.
Cada professor, em sua prática letiva diária, aprende a conviver com suas salas de aula, notando-lhes a “personalidade” como grupo. Cada sala de aula é distinta, mesmo em se tratando das mesmas séries, da mesma escola. Cada turma, pela somatória de individualidades ali presentes, apresenta uma “personalidade” que faz com que o professor desenvolva formas específicas de lidar com ela.



by Maddox

quarta-feira, 4 de março de 2009

texto Albert Einstein

Pode ser que um dia deixemos de nos falar...
Mas, enquanto houver amizade,
Faremos as pazes de novo.

Pode ser que um dia o tempo passe...
Mas, se a amizade permanecer,
Um de outro se há-de lembrar.

Pode ser que um dia nos afastemos...
Mas, se formos amigos de verdade,
A amizade nos reaproximará.

Pode ser que um dia não mais existamos...
Mas, se ainda sobrar amizade,
Nasceremos de novo, um para o outro.

Pode ser que um dia tudo acabe...
Mas, com a amizade construiremos tudo novamente,
Cada vez de forma diferente.
Sendo único e inesquecível cada momento
Que juntos viveremos e nos lembraremos para sempre.

Há duas formas para viver a sua vida:
Uma é acreditar que não existe milagre.
A outra é acreditar que todas as coisas são um milagre.

Albert Einstein